Sistemas inteligentes podem reduzir em até 30% os erros diagnósticos ao sinalizar anomalias que passariam despercebidas na análise manual⁴.
A CID-11, 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), representa uma modernização conceitual e tecnológica do sistema de codificação médica.
A retenção de pacientes é um dos maiores desafios enfrentados por clínicas e consultórios atualmente.
A inteligência artificial (IA) está remodelando a mobilidade assistida, promovendo o desenvolvimento de próteses inteligentes capazes de aprender e evoluir junto com o usuário.
Estudos recentes demonstram que estetoscópios com IA podem identificar sinais precoces de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (HFrEF) em ambientes de atenção primária.
Com o novo sistema, a expectativa é de até 30% mais eficiência na identificação de possíveis irregularidades.

Uma colaboração científica entre a Fiocruz e a Universidade Stanford, na Califórnia, avança para investigar desafios que afetam a saúde de mulheres e recém-nascidos no Brasil e nos Estados Unidos. As duas instituições vão unir esforços para analisar fatores como as elevadas taxas de cesariana, a morbidade materna grave, as desigualdades em saúde e os […]