Sistemas inteligentes podem reduzir em até 30% os erros diagnósticos ao sinalizar anomalias que passariam despercebidas na análise manual⁴.
A CID-11, 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), representa uma modernização conceitual e tecnológica do sistema de codificação médica.
A retenção de pacientes é um dos maiores desafios enfrentados por clínicas e consultórios atualmente.
A inteligência artificial (IA) está remodelando a mobilidade assistida, promovendo o desenvolvimento de próteses inteligentes capazes de aprender e evoluir junto com o usuário.
Estudos recentes demonstram que estetoscópios com IA podem identificar sinais precoces de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (HFrEF) em ambientes de atenção primária.

Um novo estudo internacional aponta que o Parkinson não nasce apenas em neurônios isolados, mas em uma rede cerebral específica que integra movimento, cognição e funções do corpo. Ao atingir diretamente esse circuito, cientistas já conseguiram melhorar a resposta a terapias não invasivas — abrindo caminho para tratamentos que vão além do alívio dos sintomas.

Cientistas chineses criam forma de análise simples, com uso do sangue menstrual, que pode se transformar em alternativa mais barata ao principal método de rastreamento de hoje, o teste papanicolau

Estudo também mostra possibilidade de tratamentos mais curtos e com menos efeitos colaterais