Sistemas inteligentes podem reduzir em até 30% os erros diagnósticos ao sinalizar anomalias que passariam despercebidas na análise manual⁴.
A CID-11, 11ª Revisão da Classificação Internacional de Doenças promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS), representa uma modernização conceitual e tecnológica do sistema de codificação médica.
A retenção de pacientes é um dos maiores desafios enfrentados por clínicas e consultórios atualmente.
A inteligência artificial (IA) está remodelando a mobilidade assistida, promovendo o desenvolvimento de próteses inteligentes capazes de aprender e evoluir junto com o usuário.
Estudos recentes demonstram que estetoscópios com IA podem identificar sinais precoces de insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (HFrEF) em ambientes de atenção primária.
Após 20 anos, a FDA retirou o alerta das bulas de reposição hormonal. Especialistas destacam a importância de capacitar médicos da atenção primária para orientar pacientes.
Novas próteses elétricas estão sendo projetadas para funcionar em harmonia com o organismo, visando prevenir a dor crônica e o esforço compensatório.